Vereador Francis Gabriel defende professores e não abre mão do reajuste de 33,24% para categoria

Por Redação / VIA41
08/05/2022 - 21:34

Vereador Francis Gabriel 

A valorização dos professores é uma das principais bandeiras defendidas pelo vereador Francis Gabriel (PTC). O aumento do piso salarial da categoria garantido por lei federal e orientação do novo Fundeb pautou as discussões desta quinta-feira (065/05), na Câmara de Vereadores de Eunápolis, durante sessão ordinária para votar projeto de lei do Executivo, de número 07/2022, que discrimina cerca de 80 professores de Nível I e que só terão direito a R$ 3.256,00.

O vereador trouxe novamente a defesa do aumento de 33,24%, valor este autorizado pelo Governo Federal e solicitado pela categoria, que justamente reivindica o que lhes é de direito.

A prefeitura, por sua vez, tem afirmado que é “impossível conceder esse percentual solicitado pelos professores”.

Em seu discurso, o vereador Francis Gabriel deixou claro que defende o diálogo, e que na sessão passada, quando foi aprovado o pedido de vistas ao projeto, acreditou que a prefeita Cordélia Torres iria enviar um estudo técnico para “a gente saber quem está certo ou quem está errado e que por isso ele considera uma falta de respeito com a categoria, tendo em vista que Eunápolis tem assistido a uma verdadeira sangria do erário, vendo só dinheiro saindo e nada de ser resolvido,” disse que quando o assunto é benefício pra o povo sempre falta dinheiro.

No espaço do grande expediente da sessão o parlamentar, que se absteve de votar no projeto 07/2022, garantiu que continuará pedindo e defendendo os 33,24% de aumento salarial da categoria. 

"Hoje estou vereador, mas conheço a fundo esta necessidade pois sou casado com uma professora e a base de todos nós é a educação, e como feito hoje, seguirei clamando para que o executivo cumpra a Lei 11.738/08 e a Lei 5.411/14" afirmou Francis Gabriel.

A sessão contou com a presença dos professores e de dirigentes estaduais da APLB/Sindicato da Bahia que rejeitam o reajuste concedido pela prefeita e devem manter a greve, tendo em vista que a lei 5.411/14 não está sendo cumprida pela prefeitura que, segundo os grevistas, não abre espaço para o diálogo solicitado pelos professores, demonstrando [estes últimos] que não são intransigentes.

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